Propaganda política obrigatória me irrita.
Essas três palavras juntas, na ordem crescente de perda do meu respeito. Propaganda, política, obrigatória.
Ano sim, ano não (Sim! Porque começam um ano antes do ano eleitoral). O ano do direito obrigatório de votar.
Não sei você, mas eu olho a tv e não acredito. São as mesmas caras, os mesmos ternos. As mesmas frases de efeito! Afinal, sempre tem alguém fazendo 16 anos e que ainda tem fé.
No fundo é isso, é preciso ter fé. É preciso votar e ter fé de que o poder não vai fazer tanto efeito assim naquelas cabecinhas...
É bom escolher um critério de voto e ser condizente com ele. Meu critério número 1? A cara! Sim, a cara. Não é exato! Muito menos prevê o futuro. Mas é um excelente primeiro critério.
Façamos um exercício rápido. Eu nunca votaria em Don Corlleo... ops! Antônio Carlos Magalhães (que alguém o tenha). De acordo com o primeiro critério, ele já estaria excluido. Certo?
É como nO Retrato de Dorian Gray. Vi o filme há alguns anos... Os "crimes" que cometemos, no geral, nos deixam com a cara deles. Se não se tem um retrato pra direcionar tudo o que é mazela, assumimos no próprio corpo. E porque a vida é justa, assumimos na cara.
Em tempos de quadrilha de partidos, eu parto do princípio de que existe um grupo só, separado entre "a máquina" e "a oposição". E fico com meu primeiro critério.
Nesse momento de irritação, eis que surge no JN a mais antiga fábrica de bandeiras (do Brasil) do Brasil. As encomendas aumentaram nos últimos meses, diz o dono.
Salve lindo pendão da esperança. (era pra se cantar hoje)
Não canto porque não sei.
Não canto porque P.P.O. me irrita.
Oh pátria amada!
Teus filhos já fugiram à luta...
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Misturado a isso tudo, o bordão mais mentiroso que alguém poderia ter inventado: "Brasileiro não desiste nunca".
ResponderExcluirSarney continua lá. Arruda se sair, vai voltar. Collor já voltou.
Já desistimos há muito tempo.