domingo, 31 de janeiro de 2010

Essa é Marina. Ela gosta de filmes.


Vi 5 filmes nos últimos 10 dias. Começou assim...

Vez por outra, em diferentes situações, por bocas diferentes, ouvi comentários sobre O Fabuloso Destino de Amélie Poulain. Era um filme que eu sempre via na locadora, achava a capa simpática, o título simpático, mas por uma razão que eu não sei explicar nunca trouxe pra casa.
Minha volta a São Carlos veio com uma gripe. O fim da gripe, com o fim da semana passada, me levou a ver Amélie Poulain.
O Fabuloso Destino de Amélie Poulain é um filme francês. Deste século, mas não sei de qual ano. Como não entendo francês, me irrita ter que ler a legenda por completo.
Gosto do corte de cabelo e das roupas da Amélie. Gostei da história, gostei do ritmo lento do filme. Em várias situações, gosto de filmes lentos. As estatísticas mostram que filmes que têm uma infinidade de acontecimentos em cinco minutos permanecem pelos mesmos cinco minutos da minha memória. E eu gosto de lembrar das coisas. Deve ser mal de quem tem a pior das memórias... Gostar de lembrar das coisas. Pois então, Amélie é assim, tem seu tempo, seu ritmo, meio alheio ao alvoroço da vida real. Meio assim como eu sou. Ou como era e gostaria de continuar sendo. Não sei, às vezes sinto que perdi meu ritmo e me perdi no alvoroço...

Bom. Dificilmente vou a locadora para trazer só um filme. Trouxe então O Contador de Histórias. Há alguns anos, dando entrevista ao Jô Soares, conheci Roberto Carlos Ramos. Em síntese, o menino de uns 6 anos foi mandado pra FEBEM, virou bandido, encontrou uma professora francesa e virou pedagogo. Interessante como a entrevista é infinitamente mais divertida e realista que o filme. A história contada parece ser mais verdade que no filme. Esquisito isso, né?

E peguei outro. A vida secreta das abelhas. Tenho pouco a comentar. Achei meio superficial... A atriz, Dakota Faning, continuo achando que é muito boa.

Vi Encontro de Casais no cinema. Mais um para provar a minha verdade sobre comédias... Mas foi bom sair de casa. E eu gosto do protocolo do cinema, apesar de estar passando por um período sem poder comer pipoca.

Terminei com Up in the air. Esse eu baixei da rede. Digo que gostaria de um final mais previsível. George Clooney viaja pelos EUA para demitir pessoas. Esse é o resumo do resumo. Uma coisa intrigante: no filme, em um momento, uma personagem comenta sobre um filme francês e um duende pra explicar uma determinada situação. Bom, o filme é O fabuloso destino de Amélie Poulain.
"Vez por outra, em diferentes situações, por bocas diferentes, ouvi comentários sobre O Fabuloso Destino de Amélie Poulain."
Nesse caso, se eu não tivesse visto o filme, o comentário teria passado despercebido. Eu nem ia saber, que mais uma vez, alguém tinha comentado algo sobre Amélie.


Acho que vou aprender francês!

sábado, 23 de janeiro de 2010

Fiz minha última página de Diretas outro dia e comecei a ler A Jóia da Medina. Em síntese, conta a história de Aisha, uma das esposas de Maomé. Sim, ele, o profeta. E em paralelo, meio que sob o olhar da menina, a história do Islamismo.
Até agora o livro me parece meio irreal... Os diálogos, não sei... Não acho que Maomé falaria certas coisas. Bom, talvez nunca tivesse parado pra pensar sobre ele. Nunca havia me passado pela cabeça que Maomé foi só mais um homem e que, como tal em sua Medina, teve sim várias mulheres. Tá, tudo bem, ele teve um papo sério com Alá e tals...
Estou poucas páginas antes da metade, eu acho. A jóia da Medina ainda tem chance.

...

É... Sentimento duro é saudade. Há quem sinta saudade no coração. Há quem sinta na cabeça. Há até quem sinta uma coisa generalizada, profunda...
Bom, eu sinto no estômago. Dói exatamente no centro, perto de onde terminam as costelas. Dói ali! É tipo uma pontada que se prolooonga, tipo um refrão de música sertaneja. Acompanhou? Pois é. É assim que dói.
Coisa ruim é sentir saudade. Coisa ruim é sentir e saber que não vai passar amanhã de manhã.
Hoje à tarde ouvi música e procurei saber se alguém ia cantar à noite pra eu ir ouvir. Com o estômago (saudade) doendo, procurei o sentimento que a música provoca em mim.
Mas aí veja só! É meio químico o négocio. A dor no estômago é uma quando nas CNTP. A música... A música é como se temperatura e pressão fossem alteradas. Aí o que o espera, meu caro, é algo desconhecido. A dor no estômago fora das CNTP tem parte com o demônio, é o que eu posso dizer. O negócio cresce, se alastra. Desligar a música é ouvir aquela risada ao fundo.

Pretendo ainda ter muita vida pela frente.
E vida que é vida, tem trilha sonora.
É...
Meu destino é uma úlcera.

sábado, 9 de janeiro de 2010

Não prometi nada, como já havia decidido.
Mas não me contive... simplesmente me enchi de esperança. E pior!! (por favor não me condenem) Pensei no ano que passou!
Fui feliz ano passado. Tomei decisões importantes, fiz coisas importantes, aprendi coisas importantes. E que fique claro que qualificar tudo como importante faz parte da resolução 2008/2009.
Aiii!! Só queria contar que sim, pensei no ano que passou. E sim! Tenho sérias intenções para o ano que se inicia.

Uma pergunta:
Se eu estou sentada na poltrona 20D do avião, onde está a pessoa que liga o celular assim que a comissária fala pra não ligar o celular?

a) 20A
b) 20B
c) 20C
d) Qualquer uma das alternativas anteriores.


Se você marcou a letra d, acertou.
Uma estrelinha pra você!