Tem um cantor (compositor, whatever...) estadunidense chamado Jason Mraz. Conheci há pouco, bem pouco tempo. Como sei nada dele, digo apenas que tem uma música, chamada Lucky, que é muito simpática. Fofa, eu diria. Apesar de ser um dueto com uma voz feminina, prefiro quando ele canta só.
Bom, isso é só pra dizer e me fazer acreditar que eu, apesar de sempre voltar a Jimmy, Janis, Jim, ouço sim coisas deste século.
Entre o dia do último concurso e a defesa li "1808". Esse faz parte, e talvez seja o primeiro, de um grupo de livros contando a história da vinda da família real portuguesa para o Brasil. Dois motivos: meu pai falou que era bom e eu nunca soube muito da história do Brasil.
Li num mês (talvez 20 e poucos dias). Tudo bem que tinha bastante tempo, mas você há de convir que um mês é muito pouco pra mim quando de posse de um livro com um número razoável de páginas.
Como eu falei agorinha, o livro conta a história da vinda da família real portuguesa para o Brasil. Contam que vieram fugidos, véspera da invasão das tropas napoleônica a Portugal. Dona Maria, Dom João, Dona Carlota Joaquina e mais um tanto de gente. A biblioteca real, no entanto, só veio anos depois. Os livros e documentos ficaram lá, no porto, esperando a vez deles.
Sem lembrar de detalhes, digo apenas que Dom João nunca foi preparado pra ser rei, devia ser simpático e levava asinhas de frango torradas nos bolsos quando ia passear. E que nós somos muito pouco diferentes do que éramos em 1808. Nada diferentes, eu diria, num extremo, pra me fazer de fato entender.
Com uma bela versão de "Meu erro" nos ouvidos, continuo com Viramundo. O Grande Mentecapto, de Fernando Sabino. Teria o que dizer, mas fica para uma próxima vez.
É como acaba de me contar Herbert: "não há nada de novo, ainda somos iguais".
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