Fiz minha última página de Diretas outro dia e comecei a ler A Jóia da Medina. Em síntese, conta a história de Aisha, uma das esposas de Maomé. Sim, ele, o profeta. E em paralelo, meio que sob o olhar da menina, a história do Islamismo.
Até agora o livro me parece meio irreal... Os diálogos, não sei... Não acho que Maomé falaria certas coisas. Bom, talvez nunca tivesse parado pra pensar sobre ele. Nunca havia me passado pela cabeça que Maomé foi só mais um homem e que, como tal em sua Medina, teve sim várias mulheres. Tá, tudo bem, ele teve um papo sério com Alá e tals...
Estou poucas páginas antes da metade, eu acho. A jóia da Medina ainda tem chance.
...
É... Sentimento duro é saudade. Há quem sinta saudade no coração. Há quem sinta na cabeça. Há até quem sinta uma coisa generalizada, profunda...
Bom, eu sinto no estômago. Dói exatamente no centro, perto de onde terminam as costelas. Dói ali! É tipo uma pontada que se prolooonga, tipo um refrão de música sertaneja. Acompanhou? Pois é. É assim que dói.
Coisa ruim é sentir saudade. Coisa ruim é sentir e saber que não vai passar amanhã de manhã.
Hoje à tarde ouvi música e procurei saber se alguém ia cantar à noite pra eu ir ouvir. Com o estômago (saudade) doendo, procurei o sentimento que a música provoca em mim.
Mas aí veja só! É meio químico o négocio. A dor no estômago é uma quando nas CNTP. A música... A música é como se temperatura e pressão fossem alteradas. Aí o que o espera, meu caro, é algo desconhecido. A dor no estômago fora das CNTP tem parte com o demônio, é o que eu posso dizer. O negócio cresce, se alastra. Desligar a música é ouvir aquela risada ao fundo.
Pretendo ainda ter muita vida pela frente.
E vida que é vida, tem trilha sonora.
É...
Meu destino é uma úlcera.
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